Quando o amor nos engana
A paixão é uma arma sem crime
Que fere o coração e esgana
O nosso sentimento firme.
O sinistro é sermos a vitima
A pura destruição
Aquela quebra intensa do clima
Depois de sarada a ilusão.
Ficamos no sombrio do coma
Na memória desiludida
Vem aquele sonho que nos toma
A carência de amar ofendida.
Mas a demora, essa nos investiga
Se o amor findo nos burlou
Agora o real é não irmos na mesma cantiga
O que passamos já nos custou
Pois amar de novo
Só um novo e leal amor nos obriga.
sábado, 19 de junho de 2010
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