Quando o amor nos engana
A paixão é uma arma sem crime
Que fere o coração e esgana
O nosso sentimento firme.
O sinistro é sermos a vitima
A pura destruição
Aquela quebra intensa do clima
Depois de sarada a ilusão.
Ficamos no sombrio do coma
Na memória desiludida
Vem aquele sonho que nos toma
A carência de amar ofendida.
Mas a demora, essa nos investiga
Se o amor findo nos burlou
Agora o real é não irmos na mesma cantiga
O que passamos já nos custou
Pois amar de novo
Só um novo e leal amor nos obriga.
sábado, 19 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
oração do medo
Põem o teu rosto
Sob o meu coração
Ouve o sobre posto
A voz inquieta da minha aflição
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
O meu corpo em impiedade
na raiva surda do mau olhado
que deixa-me o fruto da crueldade
Meu pai não é ser teu filho desnaturado
Quero o regaço da tua alma
A tua palestra doce que dá a verdade
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
Não serei um no mundo
E sim um de muitos em teu olhar
No pouco que tenho, Meu Deus pai
Tu para mim já és tudo
Nesta minha vida em que te posso louvar
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
Sob o meu coração
Ouve o sobre posto
A voz inquieta da minha aflição
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
O meu corpo em impiedade
na raiva surda do mau olhado
que deixa-me o fruto da crueldade
Meu pai não é ser teu filho desnaturado
Quero o regaço da tua alma
A tua palestra doce que dá a verdade
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
Não serei um no mundo
E sim um de muitos em teu olhar
No pouco que tenho, Meu Deus pai
Tu para mim já és tudo
Nesta minha vida em que te posso louvar
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
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