Põem o teu rosto
Sob o meu coração
Ouve o sobre posto
A voz inquieta da minha aflição
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
O meu corpo em impiedade
na raiva surda do mau olhado
que deixa-me o fruto da crueldade
Meu pai não é ser teu filho desnaturado
Quero o regaço da tua alma
A tua palestra doce que dá a verdade
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
Não serei um no mundo
E sim um de muitos em teu olhar
No pouco que tenho, Meu Deus pai
Tu para mim já és tudo
Nesta minha vida em que te posso louvar
Oro-te senhor, Deus pai
O medo egotismo de tudo perder
Oro-te senhor; Deus pai
Por aquela lágrima só ao desvanecer
quinta-feira, 10 de junho de 2010
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